Dependência Emocional – Aos homens e mulheres que amam demais!


Ultimamente tenho ouvido tanto este tema “dependência emocional” que resolvi postar este texto. Afinal, estamos no sec. XIX e os papies de homem e mulher se redimensionaram. Será mesmo? 

por Rita Maria Brudniewski Granato p/ STUM

Dependência Emocional – A Tirania Interior

ImagemA dependência emocional é o medo da liberdade e se caracteriza por comportamentos submissos, falta de confiança, dificuldade em tomar decisões, inabilidade para expressar desacordo e por um temor extremo ao abandono, à solidão e à separação. 

É  uma tirania encarregada de construir nossa prisão interior mediante alianças com o medo, negação da realidade eos sentimentos de culpa faz parte do caráter e se nutere  de circunstâncias desafortunadas na infância de cada um. A dependência emocional se manifesta no comportmento afeitvo, sexual, profissional, social e econômico.

O noivado, a lua de mel, os “casais perfeitos” ou s famílias sem problemas são idealizações que não se sustentam por muito tempo. A discussão franca pode gerar dor, raiva e dúvidas, porém é a única maneira de se chegar ao fundo das diferenças. Calar ou conciliar por comodidade é um grande erro, pois impede a solução dos problemas. A realidade nos demonstra que as famílias mais enfermas são aparentemente impecáveis, onde ninguém levanta a voz, não se discute e não há diferenças importantes. Nessas famílias, onde tudo aparenta harmonia e doçura, se cozinham em segredo, grandes rancores e profundas frustrações.

Na vida profissional, quando o empresário intui a necessidade de empreender grandes mudanças para superar dificuldades em seu negócio, porém espera que forças externas executem as ditas mudanças, a falência ronda seu caminho. A crença dos dependentes inclui “para que incomodar-me, questionar a honestidade do meu braço direito na empresa ou criticar a empregada de confiança ou exigir uma mudança ao meu cônjuge…ou falar claro ao meu filho ou armar uma discussão se isto pode causar desequilíbrio?”.

Homens e mulheres baseiam suas eleições de par no socialmente aceitável, porém levam grandes sustos quando descobrem a mediocridade por trás da fachada, as piores escolhas ocorrem quando estão baseadas, primordialmente, no atrativo físico ou no poder econômico das pessoas. Em ambos os casos, cedo ou tarde, se não existe mais do que isso, as relações terminam convertendo-se em algo insuportável.

Através do medo da liberdade se perpetua a dependência emocional e as pessoas confirmam, assim, sua condição de prisioneiras e quando essas circunstâncias geram angústia e/ou depressão, é provável que para aliviar tais sintomas se requeira tratamento médico, porém é necessário saber que a diminuição desses sintomas é só o começo de um processo mais profundo.

Um dos primeiros passos no processo de independência é combater a fascinação pela comodidade. “Eu quero ser livre, porém não quero renunciar à minha comodidade” e isso, obviamente, é impossível, pois a liberdade só se conquista através do empenho cotidiano.

Conquista tua liberdade, ama de verdade os demais como são, não como você os imagina. Valoriza-te, evita frustrantes dependências, não te anules e não deixes que ninguém se anule ao teu lado. Recorda que somente quem é livre cria relações serenas nas quais se vive o verdadeiro amor: “Unir sem igualaar”.

Tradução do texto “La tirania interior”, Carlos E. Climent.
Rita Maria Brudnewski Granato é Psicóloga

“Quando amar significa sofrer, estamos amando demais.”
“Amar se torna demais quando nosso parceiro é inadequado, desatencioso ou inacessível e, mesmo assim, não conseguimos abandoná-lo.”
Robin Norwood

Se você quer superar esse problema, entre em contato comigo pois aprofundei-me nos estudos sobre a dependência emocional.

A dependência emocional é um transtorno que se caracteriza pelo medo que sentimos da liberdade e tem como característica comportamentos submissos, falta de auto confiança, indecisão, dificuldade de dar limites e também por um temor exagerado do abandono, da solidão; logo, medo da separação.

Esse transtorno possibilita a construção de uma prisão interior, de uma tirania, através do medo, da passividade, da negação da realidade e dos sentimentos de culpa. Essa forma de se relacionar, disfuncional, pode se apresentar no âmbito afetivo, familiar, social, no trabalho, no social e no econômico.

É muito perigoso pois é progressivo. É a “doença” do “ainda”: ainda não fez coisas insanas, mas vai acabar fazendo, podendo até levar à morte por causa da tensão excessiva que é causada por esse “vício”. Sozinhos não podemos lidar com esse transtorno; só através de grupos de auto-ajuda e com psicoterapia.

Não só as mulheres são acometidas por esse transtorno, os homens também. Eles se apresentam obcecados pelo trabalho, por esporte ou por hobbies, enquanto as mulheres, por forças culturais e biológicas são mais acometidas desse mal, com forte tendência a se tornarem dependentes de relacionamentos com homens complicados, difíceis e distantes.

“Se quisermos mudar nossa vida, é mais importante mudarmos as atitudes do que as circunstâncias. A menos que mudemos as atitudes, é improvável que as circunstâncias, realmente, possam mudar um dia.”
Robin Norwood

Oração da Serenidade

Concedei-me Senhor,
A Serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar,
A Coragem para modificar aquelas que posso
E Sabedoria para distinguir uma da outra.

Só por hoje!!!!

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s