Entrevistas

O que é Magia Divina?
Entrevista concedida pelo Mestre Rubens Saraceni aos alunos da Ufscar – Universidade Federal de São Carlos, Carolina Capelli e Eduardo Belezini, em 27/10/2010, para elaboração de um trabalho de campo, cuja tema é Magia Divina, acompanhados por Míriam, diretora do Colégio de Magia Divina.Rubens Saraceni é fundador do Colégio de Umbanda Pai Benedito de Aruanda e do Colégio Tradição de Magia Divina.

Alunos: Como surgiu o ensino da Magia Divina?

Rubens Saraceni: O ensino da Magia Divina começou a partir de uma determinação de um espírito mensageiro chamado mestre Seiman, que determinou que eu começasse a ensinar magia às pessoas.

Então, em três de maio de 1999 começou o primeiro grupo de estudo da magia divina, e a partir dali não parou mais. E foi crescendo, alcançando cada vez mais e mais pessoas e que hoje se contam aos milhares de pessoas que já estudaram a magia divina, já se iniciaram em algum dos seus graus e estão ajudando outras pessoas nos seus problemas, dificuldades de cunho espiritual e mesmo através do espírito delas, auxiliar na cura até de doenças físicas. Porque aprendemos nesses anos todos que se o espírito da pessoa está fragilizado ou fraco, energeticamente falando, só fazendo uma limpeza, uma purificação do espírito dela, aí, a partir disso, ela reage melhor aos tratamentos
tratamentos recomendados pelos médicos. È isto que tem gerado um benefício muito grande para as pessoas e tem feito àqueles que vieram estudar a magia divina e apreender como trabalhar com ela, se sentirem servos de Deus aqui na Terra, ajudando o próximo.
Alunos: O Sr. Falou em graus de Magia, como assim?
Rubens Saraceni: A magia divina se divide em graus. Cada grau é um trabalho em si de magia, recorrendo a um Poder Divino específico que responde por invocação do iniciado, que direciona a ação deste poder às pessoas que o mago quer auxiliar. A partir daí, aquela pessoa recebe toda uma irradiação Divina, que irá auxiliá-la segundo o seu merecimento e segundo as suas necessidades. Mas sem ultrapassar os limites das leis divinas, porque nós sabemos que há pessoas que têm que passar por uma determinada fase de provação, para que elas mudem seus estados de consciência, seus
sentimentos e, a partir desta mudança, elas consigam receber o que Deus sempre reservou a elas.
Carolina: Por que só em 1999 veio esta determinação de se implantar a Magia Divina no plano material?
Rubens Saraceni: A implantação da Magia Divina acontece por duas razões: Primeira;  a magia divina não está ligada a um grupo religioso ou outro, mas sim é aberta a todos e atende a esse desígnio da Espiritualidade Superior que determinou isso. A outra, é que precisava de alguém que trouxesse os mistérios da Magia Divina em si e pudesse passá-los aqui na terra para outras pessoas e que, no caso, era eu, que já trazia os mistérios em mim e poderia multiplicá-los.e e estamos multiplicando e criando novos multiplicadores que, a partir do momento que receberam a imantação inicial, eles também se iniciaram e hoje podem ensinar e iniciar outras pessoas. Até porque a Magia Divina não acontece como na religiosidade e tem que ter uma transmissão.
Como eu trazia a imantação inicial dos graus da Magia Divina desde o meu nascimento, a partir do momento de cada iniciação, eu passo a imantação para as pessoas que se iniciaram e/ou ainda se iniciam comigo. A partir daí elas têm e podem passar para outros, que ao receberem delas, passarão para outros e assim se perpetua no tempo. Por que não foi antes? Porque não tinha um espírito encarnado que trouxesse esse mistério, que é a imantação iniciadora.
Carolina: É como se fosse uma semente?
Rubens Saraceni: Sim, você pode comparar essa imantação com uma semente, que vai se multiplicando. Porque é um magnetismo específico que eu já trouxe comigo. As imantações e as iniciações acontecem a partir da recepção de uma Imantação Divina, e depois esta imantação divina, como se fosse uma célula, se replica neles, e é como uma célula deles que se multiplicará nos outros que eles iniciarem. É um magnetismo específico que permite aquele que quer iniciar-se, iniciar-se de fato. Este é o fundamento da iniciação, mesmo na Magia Divina. Ela tem que ter um iniciador, mas para dar esse início alguém tem que trazer essa semente, ou esse magnetismo.
Eduardo: Totalmente fora de outras religiões?  Uma coisa totalmente nova. Tem preceitos?
Rubens Saraceni: Totalmente nova. Ela não exige preceitos, não exige a mudança da religião da pessoa. Ela exige sim, a crença em Deus, essa é imprescindível, porque se não acreditar em Deus não acreditará em nada disso tudo. Porque na origem de tudo está Deus, de plano em plano a coisa chega aqui na matéria, assim como a Magia Divina chegou através de mim, outras coisas boas que estão servindo às pessoas chegaram por outros mensageiros, que também traziam as chaves iniciadoras, ativadoras dos seus mistérios aqui no plano material. Hoje, a magia divina já não corre mais o perigo de morrer, porque muitos já estão com esta semente e poderão multiplicá-la.
Carolina: E essa era a missão? A de perpetuar a Magia Divina?
Rubens Saraceni: Sim, a missão era de perpetuar. A primeira fase era formar uma egrégora com 7.777 magos do fogo.
Eduardo: Por que esse número?
Rubens Saraceni: Porque é o número cabalístico que envolve os 7.777 Mistérios de Deus abertos aqui no Planeta Terra.
Eduardo: E esse número já era conhecido, ou não?
Rubens Saraceni: Não. Ele veio junto com o mistério. E agora, a segunda etapa é fechar os vinte e um graus, que estamos começando a fechá-los agora. A terceira etapa é abrir os vinte e um graus, pra que todos que se iniciaram possam, daqui para frente, começar a transmitir essa imantação para quem for até eles.
Carolina: Essa é a realização completa da missão?
Rubens Saraceni: A missão completa envolve os três estágios. O primeiro era formar os 7.777 magos do fogo. O segundo estágio, iniciar pessoas nos 21 graus. O terceiro estágio é concluir a abertura desses vinte e um graus que a perpetuarão aqui na Terra. Aí, ela se tornará uma coisa que terá vida própria. Porque aqueles que receberam a imantação comigo, vão passar para outros, que passarão para outros, porque tem que ter uma semente original e essa semente original veio comigo.
Carolina: E desse jeito, dá uma emancipação, uma liberdade pra aquele que quer conhecer? Não precisa de um mestre que se coloque à disposição para eles?
Rubens Saraceni: Não, todo aquele que não quiser trabalhar com esse mistério e só quer conhecer a magia, basta ler os livros. Mas, para trabalhar com o mistério tem que receber a iniciação, senão ele não recebe a imantação.
Carolina: E também não sabe ativar?
Rubens Saraceni: Não, saber ativar, pode até saber. Mas para poder ativar, a chave ativadora é a imantação que vai sendo transmitida de um para o outro. Porque o mistério existe e ele está neutro. Ele existe, sempre existiu, sempre existirá. Mas a pessoa tem que ter a chave ativadora dele magisticamente. A partir do momento que ela tem a chave ativadora magistica,ela desencadeia as ações mágicas beneficiadoras. Se ela não tiver a chave ela não desencadeia a ação.
Carolina: Pensando assim, não tem perigo de escrever livros, de a informação não ser velada, não tem perigo?
Rubens Saraceni: Não! Tem sim. A iniciação visa revelar coisas que não podem ser colocadas no papel. Ela tem essa função, uma parte do conteúdo de cada grau da magia pode ser revelada. Mas o que é do iniciador, do mago iniciado é só para ele. Porque isso não é um conhecimento totalmente aberto, porque lida com Mistérios Divinos que não podem ser profanados, ou desvirtuados, porque senão eles perdem as suas sustentações e viram simpatia aqui na Terra, e deixa de ser Magia Divina.
Simpatia sim, simpatia funciona pra uns, mas não funciona para outros. Mas a Magia Divina tem que funcionar para todos, no que se propõe. É lógico que encontrará sempre o merecimento na pessoa a ser ajudada e a Lei Maior atuando na vida delas. É o que, vamos dizer, limita a ação do mago.
O mago não pode fazer tudo porque está submetido a essa Lei Divina! Ele obedece a Ela e o seu trabalho se estende até quando ele chega na ação da Lei. Quando chegou na ação da lei, ali o trabalho dele cessa. A própria Lei Divina, que o rege, impede que seja feito algo enquanto a pessoa não passar por uma transformação intima.
Carolina: Neste sentido, não tem problema qualquer um ler um livro de Magia Divina?
Rubens Saraceni: Não tem. Pode ler o livro. Alguns livros têm algumas “magias abertas”, mas só para benefício pessoal de quem as ler, não para trabalhar com elas para terceiros.
Ela pode ativar as magias para seu benefício pessoal. Que é para conhecer parte dos benefícios da Magia Divina.
E isso já foi codificado no plano astral que elas estão abertas para as pessoas conhecerem parte do poder da Magia Divina, mas não para trabalhar e interferir na vida de outras pessoas de forma magística. Para uso próprio, sim!
Eduardo: Para poder interferir, precisa ser iniciado.
Rubens Saraceni: Precisa ter se iniciado e recebido a imantação que é a chave do poder mágico do mistério.
Carolina: Como se fosse uma outorga?
Rubens Saraceni: É uma outorga de trabalho, essa é a palavra certa.
Miriam: É a chave.
Rubens Saraceni: Sim. Porque muita gente precisa saber o que é magia, não é só apreender a fazer magia. Ela é um sistema de transmissão de chaves ativadoras dos Poderes Divinos. É uma transmissão de mistério, através do espírito humano, de um espírito para o outro. Um espírito transmite para o outro, e esse um que tem, transmite para outro, e isso é o que tem perpetuado os sistemas deMagia na face da Terra.
O que houve é que grandes iniciadores do passado, que criaram suas escolas, criaram-nas porque traziam esse magnetismo, essa chave iniciatória. A partir do momento em que tinham essa chave iniciatória, eles iniciaram, e aqueles iniciados por eles iniciaram outros, e isso se perpetuou no decorrer dos séculos, mas foi sempre mantido como escolas fechadas. Não eram escolas abertas ao público em geral. As escolas abertas começaram conosco.

 

Miriam: Essa é a diferença da Magia Divina com as Magias Antigas.
Rubens Saraceni: É, até porque as Magias Antigas eram atreladas a religiões, a maioria delas estava atrelada a alguma prática religiosa, como acontece na Umbanda.
Ela tem uma magia religiosa. Todo mundo sabe como fazer uma oferenda a um orixá, mas só vai fazer se é indicado por um guia, que é um amparo da espiritualidade. Porque se não tiver um amparo da espiritualidade não funciona.
Porque a chave ativadora está com a espiritualidade, não está com os médiuns. Uma pessoa que não é umbandista, ela pode até se servir religiosamente do poder dos orixás, mas só religiosamente. Pode acender uma vela, fazer um clamor, que de alguma forma ela será ajudada.
Agora se ela quer cortar um problema e quer ir à natureza fazer um trabalho para cortar, tem que ter um médium que esteja por trás. Porque, por trás do médium, está o guia que traz a imantação ativadora.

Carolina: O médium vai na causa? 
Rubens Saraceni: Não, ele prepara a ação e o espírito por trás do médium, que chamamos de Guia, ou o Mentor, ele é que é o desencadeador, não é o médium.

Ele é o meio, não é a origem e nem é o fim. Ele é aquele que prepara para que aí o Poder Divino seja ativado pelo Guia Espiritual. Essa é a verdade sobre os médiuns de Umbanda: são eles que preparam tudo, eles fazem todo o lado material, e ali eles oferecem à divindade, e o ativador é o Guia Espiritual da pessoa que preparou a oferenda mágica. Diferente do mago. O mago constrói o espaço mágico, desencadeia a ação, ativa esse espaço mágico e direciona toda a ação pra quem ele quer. 

Carolina: Tem uma responsabilidade enorme e tem que saber como fazer…
Rubens Saraceni: Não, não é uma responsabilidade enorme, é um trabalho fundamentado nele, mago.

Sim, mas isso eles aprendem no curso, apreendem como direcionar, como dar as determinações mágicas, desencadear o trabalho, direcionar o trabalho pra quem deve ser ajudado, quem ele acha que deva ser ajudado. Porque ali a ordem mágica dele tem a força e o poder de realização. Uma vez que tem a imantação dele recebida durante as suas iniciações, naquele momento, o que ele determinar mentalmente ou oralmente, desencadeará a ação do poder.

Porque o poder é neutro, ele só é ativado pelo mago.
Carolina: É orientado pelo Mago? É o mago que fala e que decide?
Rubens Saraceni: O mago  constrói o espaço mágico, é quem o ativa e  direciona a Ação Divina através dele, que foi construído no lado material. Isso na magia elementar, na parte da magia mental a construção acontece tudo a nível espiritual, tudo isso acontece a nível espiritual!
Eduardo: Qualquer um pode  aprender a ser um mago? 
Rubens Saraceni: Qualquer um pode iniciar-se desde que tenha fé em Deus e queira, aqui na terra, tornar-se iniciado no mistério e aplicador deste mistério na vida de seus semelhantes, para ajudá-los porque a Magia Divina só promove o Bem.
Carolina: Para você aprender também tem que ter a responsabilidade de poder passar? 
Rubens Saraceni: Não. A pessoa pode aprender a usar, seja para benefício próprio ou dos seus familiares, ou até ajudar as outras pessoas, porque está nela o mistério. Uma vez que ela recebeu a imantação,  aí ela direciona para quem ela quer.
E, se tem alguns que gostam de ensinar e outros que só querem para uso pessoal.
Eles não querem para sair ensinando, eles querem para quando precisarem, terem algo que está neles. Eles desencadeiam o poder e esse poder entra em ação, beneficiando-se.

Miriam: Agora eu estava explicando, por exemplo, que nas iniciações existe uma leva de espíritos que também recebem esta imantação.
Rubens Saraceni: Sim, cada vez que fazemos uma iniciação, assim que começamos uma magia, vêm milhares de espíritos que já estavam aguardando para eles poderem receber também a imantação.
Aí você pergunta: por que é que outros espíritos altamente evoluídos não podiam passar pra eles? Porque a chave iniciadora está comigo. Desde a minha origem em Deus eu trago essa chave, que eu não consigo anular e eu não consigo dá-la para alguém. Porque ela não é algo que eu posso tirar de mim, ela está em mim como uma Semente Divina.

Carolina: E foi o Mestre Seiman que …
Rubens Saraceni: Ele também traz uma “semente”, uma chave destas.  Só que, para abrir a Magia Divina no plano material, precisava de um lado espiritual e um lado material. Precisava criar o lado material primeiro, a egrégora dos 7.777, depois fechar os vinte e um graus, formando pessoas em cada um dos vinte e um graus que está concluindo agora, nesta segunda parte. Então tanto é uma missão minha quanto dele.
Enquanto eu arregimento as pessoas ele trás os espíritos para se iniciarem. Então, com a chave dele e a minha, as duas fecham uma polaridade. Tanto os encarnados quanto os desencarnados recebem as duas chaves de uma vez só.
Mestre espiritual e mestre encarnado são os dois lados do mistério da magia divina!
Aí todos eles vão passar a magia adiante. Mas eles não recebem, nenhum mago iniciado por mim recebe esta minha “semente” iniciadora. O que eles recebem é a chave transmissora e a ativadora dos mistérios nos quais já se iniciaram.
E eles só recebem as chaves transmissoras de imantação divina e ativadoras de mistérios. Porque o mistério que trago em mim, esse mistério que eu já falei, ele tem sete chaves. Uma é a ativadora, a outra é a iniciadora ou transmissora, mas há outras cinco chaves não reveladas, que talvez até eu desconheça quais são, para não revelar coisas que não podem ser reveladas no plano material.
Sete chaves ativadoras dos mistérios. A chave imantadora se ativa quando eu estou passando as imantações das iniciações.
Essa chave imantadora é que criou a transmissão e a chave ativadora dos mistérios também vai junto, que é pra ativarem os espaços mágicos.
Então aquele que recebeu essas duas chaves pode iniciar outras pessoas.  E as pessoas que se iniciarem com eles poderão iniciar outras pessoas, e assim sucessivamente, porque as duas chaves lhes foram dadas, e ainda são dadas aqui, por mim.
Agora, as outras cinco que eu trago em mim, e que uma delas abre os 7.777 mistérios, essa é a terceira chave, ela só girou parcialmente. Então eu só posso abrir e comentar sobre as magias que eu puder iniciar.
Se eu não puder iniciar uma magia eu não posso abri-la ou falar sobre ela.
Se eu puder iniciar pessoas que depois iniciarão pessoas, eu posso abrir mais magias no futuro, porque eu trago em mim as chaves ativadoras delas aqui do lado material, assim como o Mestre Seiman traz essas mesmas sete chaves.
Vão falar que nós dois somos os dois lados de uma mesma coisa, ele no espiritual e eu no material. E isto é verdade!

Carolina: Os dois lados da fechadura?

Rubens Saraceni: É, vamos dizer que são os dois lados de uma mesma moeda, é mais ou menos isso. Eu devo ser a cara e ele a coroa. Eu sou o rosto que se mostra e ele é a cabeça que conduz. Esse é o sentido de “coroa”. 

Eduardo: Para dar o curso vocês cobram ou exigem algo? Como é que é?
Rubens Saraceni: Primeiro, para dar o curso é necessário que a pessoa se inicie, pratique e confirme a validade dela. Depois, que ela se filie no Colégio de Tradição de Magia Divina, porque uma vez que é uma “Chave Iniciadora”, ela tem que estar ligada a esse Colégio de Magia Divina. Senão ela sai fora e é desligada da egrégora. Todos que não quiseram ensinar a Magia Divina através do Colégio de Magia, e criaram suas próprias escolas de magia, eles foram cortados e desligados da Egrégora da Magia Divina e desde então eles não fazem mais parte dela.
Eles estão por conta própria. Daí em diante, é cada um por si. Só que do outro lado, eles vão cair e ficar no vazio. Porque eles não vão ter a raiz original para sustentar o trabalho deles.

Carolina: Eles não têm mais o fundamento original? Tem a prática?

Rubens SaraceniSim, eles não têm fundamento.Têm a iniciação, têm a prática, têm a chave iniciadora, a chave ativadora, mas não têm o respaldo por trás. Poruqe eles saem, a Egrégora não dá sustentação para o trabalho de quem não esta ligada a ela.

A gente sabe de alguns que vieram adquirir conhecimento e depois criaram suas próprias escolas de magia. que também estão desconectadas de uma Egrégora Espiritual. Quando a gente inicia aqui, quinhentas pessoas no plano material e iniciamos cinquenta mil no plano espiritual, os cinquenta mil no espiritual amparam o trabalho dos quinhentos aqui.
Eles são os sustentadores do que fazemos no lado material.

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