Quanto vale seu trabalho?


Estou elaborando um projeto e tive que pesquisar qual a base de preços que se deve cobrar a cada diferente trabalho e, na prática, são negociações que funcionam, porque na folha de pagamento, o setor de comunicação é o que fica por último e este profissional é sempre contratado como freela para eventos de última hora ou para orientar uma equipe para fazer todo um trabalho de assessoria. Alguém já viu uma situação assim?

Então, se voce não é o dono da agência, qual o valor de seu trabalho?

De acordo com o Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, estes são os valores referência mínimos que devem ser praticado para que o profissional em comunicação possa trabalhar com alguma dignidade e não ser um missionário da profissão.

Assessoria de Imprensa/Comunicação 2015/2016
 
Assessoria de Imprensa/Comunicação 2015/2016
Hora de trabalho para a elaboração de projeto e o atendimento de conta, que pode englobar as seguintes atividades: reunião de briefing, planejamento, produção, textos, relacionamento com a imprensa e fechamento/avaliação, sendo que qualquer trabalho básico de assessoria comporta um mínimo de 15 horas.  

 

R$ 294,20 por hora

Por dia, para atendimento e cobertura em eventos e coletivas R$ 334,58 – de segunda-feira a sábado

R$ 669,16 – aos domingos

Para trabalhos contratados por período de 30 dias R$ 4.652,95
Redação de artigos (por lauda de 1.400 caracteres) R$ 314,97
Redação de discursos por lauda (tempo médio de leitura/lauda – 2,5 minutos)  

R$ 377,27

Diagramação/Webdesign e Projeto Gráfico 2015/2016
Diagramação (por página)
Standard R$ 214,59
Tablóide R$ 164,98
Revista R$ 138,45
Cartilha (Formato A5) R$ 78,45
Veículo Eletrônico (atualização de página) R$ 214,59
Projeto Gráfico (por página)
Standard R$ 828,37
Tablóide R$ 596,47
Revista R$ 486,87
Veículo Eletrônico (Criação de página) R$ 709,54
 

 

Repórter Cinematográfico 2015/2016
  Equipamento da empresa Equipamento próprio
Jornada de 5 horas R$ 522,64 R$ 1.408,69
Hora Extra R$ 223,82 R$ 223,82
Fotojornalismo 2015/2016
Fotojornalismo (**)
  Editorial Institucional
Saída 3 horas R$ 631,08 R$ 974,89
Diária 5 horas R$ 1.006,04 R$ 1.549,45
Diária viagem R$ 1.729,43 R$ 2.628,17
Tabela de venda de fotos para utilização jornalística
  Editorial   Institucional
  Miolo Capa  Miolo                 Capa
Jornal R$ 184,60 R$ 691,08  R$ 265,00        R$ 956,43
Revista R$ 316,12 R$ 1.257,55  R$ 484,56        R$ 1.617,52
Site R$ 184,60 *********  R$ 323,04      **********
Para utilização em livros
 Segmentos Até 1/2 página Página Miolo Página dupla Capa
Livro didático R$ 184,60 R$ 251,51 R$ 355,35 R$ 536,48
Livro comercial R$ 316,12 R$ 448,80 R$ 631,08 R$ 942,59
Para utilização em anúncios de publicidade*
 Veículo Até 1/2 página Uma página Página dupla  
Jornal R$ 1.234,48 R$ 1.753,65 ********* *******
Revista R$ 1.581,75 R$ 2.282,06 R$ 3.423,09 ********
Outdoor ******** ********* ********* R$ 7.025,00
 Ilustração Editorial e Institucional 2015/201
Ilustração editorial
  Veículo Impresso Ilustração P/B Ilustração COR  
  Capa R$ 939,13 R$ 1.255,25  
  Página dupla R$ 1.255,25 R$ 1.674,05  
  Página simples R$ 634,55 R$ 838,75  

 

  1/2 página R$ 417,65 R$ 629,93  
  1/4 página R$ 313,81 R$ 377,27  
  Selo (vinheta) R$ 418,80 R$ 524,94  
  Página HQ – Arte R$ 313,81 R$ 418,80  
  Página HQ – Texto R$ 313,81 *******  
  Internet R$ 208,82 R$ 418,80  
Ilustração Instituciona
  Veículo Impresso Ilustração P/B Ilustração cor  
  Capa R$ 1.046,42 R$ 1.569,06  
  Página dupla R$ 2.092,85 R$ 3.139,27  
  Página simples R$ 1.255,25 R$ 1.674,05  
  1/2 página R$ 629,93 R$ 838,75  
  1/4 página R$ 418,80 R$ 629,93  
  Selo (vinheta) R$ 629,93 R$ 838,75  
  Página HQ – Arte R$ 524,94 R$ 734,92  
  Página HQ – Texto R$ 418,80 ********  
  Criação de Personagem R$ 6.278,54 a R$ 20.929,63 ********  
  Criação de Logotipo R$ 4.188,00 a R$ 20.929,63 ********  
Observação: Pesquisa feita com cartunistas de todo o país e junto às Associações Regionais de Cartunistas, com o apoio do

Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo.

Texto – Pauta – Revisão – Tradução 2015/2016
Reportagem para qualquer mídia – lauda com 1.400 caracteres com espaços (2015/2016)
Com uma fonte R$ 236,51
Com duas ou três fontes (mais 25%) R$ 296,51
Com quatro ou mais fontes (mais 50%) R$ 356,50
Edição (preço por página)  
Standard R$ 242,28
Tablóide R$ 175,37
Revista R$ 143,06 
Veículo Eletrônico (página com 1.400 caracteres, incluindo espaços) R$ 304,58
Pauta  
Pauta com até 3 contatos prévios R$ 279,20
Pauta com mais de 3 contatos prévios R$ 372,65
Revisão  
Preço por lauda com 1.400 caracteres com espaços (por leitura) R$ 16,15
Para saber o o preço da revisão por página, multiplique este valor por:
10 para standard  – 5 para tablóide – 3 para revista  – 1,5 para cartilha (A5). Esses fatores de multiplicação contemplam o número médio de laudas por página com fotos e/ou com ilustrações.

Tradução 

Tradução por lauda com 1.400 caracteres

 

Lançamento “Raça, classe e cidadania”


A Soweto – Organização Negra convida para o lançamento do livro “Raça, classe e cidadania – a trajetória do debate racial no Partido dos Trabalhadores” de autoria de Claudete Gomes Soares, que se realizará hoje, 02 de fevereiro, às 19h30, na Fundação Perseu Abramo, à Rua Francisco Cruz, 224, Vila Mariana, São Paulo.

soweto

O Livro 

O livro é uma tese que  examina a incorporação e politização da questão racial pelo e no Partido dos Trabalhadores desde a sua fundação em 1980 até 2003, quando o PT ascende ao poder federal. A análise se desenvolve considerando dois processos, um interno ao partido: as modificações no projeto partidário da década de 1980 para a década 1990 e os avanços no debate sobre as relações raciais na sociedade brasileira a partir do Centenário da Abolição em 1988, da Marcha à Brasília em 1995 e da Conferência de Durban em 2001. Utilizamos como material de análise os documentos oficiais do partido e documentos específicos do setorial de combate ao racismo do PT, assim como entrevistas com militantes negros do partido. Constatamos que o partido pouco avançou em relação ao tema na década de 1980 e 1990 e que a construção de espaços no governo Lula para a questão racial é resultado da visibilidade que ela ganhou na sociedade a partir da Conferência de Durban.

Claudete Gomes Soares

Claudete Soares GomesPossui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho- UNESP Marília (1997), mestrado (2000) e doutorado (2009) em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atualmente é professora Adjunta I da Universidade Federal da Fronteira Sul, na cidade de Chapecó-SC. Entre setembro de 2006 e agosto de 2007, foi bolsista sanduíche Capes, no quadro do estágio de doutorando no exterior, na École des Hautes Etudes en Sciences Sociales em Paris. Tem mais de dez anos de experiência profissional como professora universitária com atuação nas áreas de sociologia, sociologia política. Como pesquisadora, tem priorizado temas ligados ao pensamento político e social brasileiro, a relação entre movimentos sociais e partidos e o debate político contemporâneo sobre sobre as relações raciais no Brasil contemporâneo. Lattes

A vida privada e a privada da vida!


frase-quero-ter-vida-privada-e-nao-privada-na-vida-elis-regina-123601

Conversando com algumas pessoas amigas sobre como a vida privada influencia nossos trabalhos comunitários e como os desequilíbrios podem expor a vida privada de uma pessoa em público e destruir ou mesmo manchar a reputação de uma entidade ou de uma pessoa, resolvi escrever este artigo.

O Prof. Dermeval Corrêa de Andrade, Psicólogo e formulador da Psicologia da Ideologia, dizia que há pessoas que ajudam as outras nos movimentos sociais por questões ideológicas visando uma sociedade mais justa, e outras buscam estes mesmos movimentos por carências afetivas e egoístas, procurando algo para si mesmo e não para o coletivo.

É destas segundas pessoas que quero falar. O sistema capitalista é especialista em tornar seus cidadãos completamente voltados somente para o ego em busca de suas satisfações pessoais e, em muitos movimentos, mesmo buscando as mudanças, muitas pessoas ainda caem nas malhas deste sistema e, emocionalmente, levam seus conflitos e problemas pessoais para a comunidade, para o coletivo. E aí, ao invés de ajudar, atrapalham.

Pessoas solitárias, sozinhas, frustradas por relacionamentos dos mais diversos ou privadas de algumas condições de sociabilidade, muitas vezes usam os movimentos e as instituições para satisfazer seu ego, se livrar das frustrações, ter algum tipo de controle sobre pessoas, situações ou mesmo as instituições. E isso gera muitos conflitos.

Pessoas que precisam de ajuda, geralmente são os alvos dessas pessoas que as ajudam com uma segunda intenção, verbalizada ou não, consciente ou não. Desta forma, ao ajudar alguém, este tipo de voluntarioso(a) se sente dono(a) da pessoa ou da situação, procura controlar o que acontece e o(a)  ajudado(a) se sente na obrigação de retribuir, se sente incapaz de dizer não, porque sente gratidão. Quando a pessoa ajudada tem alguma consciência da que sua condição temporária que que terá condições de se libertar de carência emocional, material, físicas dentre outras, consegue reunir forças para não sucumbir à obediência e controle. Já quando  não tem estratégias de defesas psíquicas e se permite o controle buscando justificativas para tal, os movimentos ou entidades começam a passar por um processo de escravização velada em que aquele que ajudou se sente no direito de dizer o que deve ser feito, como se os demais nada soubessem.

Ainda há aquelas pessoas que, fragilizadas, mesmo com um grande potencial coletivo, se deixam envolver pelas emoções e relacionamentos simbióticos dentro do movimento e instituições, dando margem para fofocas, ciumeiras, inseguranças, desestabilização total de qualquer possibilidade de organização saudável para o desenvolvimento do grupo.

Pense, qual tipo de pessoa que voce é no coletivo? Voce é das primeiras que pensam primeiro na causa e consegue manter-se equilibrado para o bem da organização? Ou é daquelas pessoas que gosta ou admira o líder ou o ajudado e acha que ele lhe pertence e qualquer outra pessoa que se aproximar voce cria problemas pessoais em que nada ajudam a causa? Ou ainda voce é daqueles que mantêm sua vida privada em segredo, mostra-se como o sabe-tudo e pensa que, a partir de sua experiência, pode retirar seu ganho e seu salário do coletivo?

De que voce é privado para usar um movimento social ou uma instituição? O que na sua vida privada lhe falta que voce precisa ir no coletivo buscar para compensar suas frustrações independentemente das consequências para a causa? Voces já pensou que tudo que voce faz em sua vida privada também reflete no seu comportamento e não dá pra fingir que está preocupado (a) com uma causa, quando privado de ser o que voce é, se expõe nos grupos suas frustrações e desanda todo o trabalho?

Por conta da incoerência da vida privada com a vida coletiva, muitas pessoas colocam na privada as grandes possibilidades de grupos organizados irem para frente. Se deixam levar pelas emoções mas básicas, ao invés de se sublimarem e darem forças aos sentimentos mais nobres. Muitas vezes se tornam escravocratas,  porque escravo(as) das frustrações e privados(as) de seus sonhos, querem fazer o mesmo a quem estão ajudando ou dizem estar.

É assim que tenho assistido alguns desentendimentos existirem somente porque a vida privada é uma privação de sonhos, felicidades e que deságuam no coletivo, quando as pessoas já não suportam mais serem privadas do que mais querem e, num momento de grande desequilíbrio, jogam todas as possibilidades literalmente na privada.

Já pensou nisso? Pense e me responda se já viu alguma situação que se assemelhe ao que descrevi ou se só eu vejo isso….

Boa noite!

 

 

Feliz 2016!


Feliz 2016 para todos!

Que com o novo ano se harmonizem as desavenças, se abram os caminhos e as mentes para construção de um mundo melhor através de ótimas relações individuais, sociais, comunitárias.

Que todos possam ser felizes, amar e serem amados, e sendo amados, amar ao próximo a si mesmos!

Feliz Ano Novo e ótimas renoações!

tumblr_o08mt46b521v3dm57o1_500

Prêmio de jornalismo investigativo aceita inscrições


PRAZO FINAL:

30/01/16

Jornalistas e fotógrafos podem participar de um concurso com prêmios de US$5.000.

A Sidney Hillman Foundation organiza o Prêmios Hillman com o objetivo de homenagear o jornalismo investigativo e artigos que servem o bem comum.

Jornalistas em todo o mundo podem se inscrever, mas o trabalho deve ter sido publicado ou ser acessível ao público nos Estados Unidos.

Categorias deste ano incluem livro; matéria ou série de jornal online ou impressa; matéria ou série de revista online ou impressa; matéria ou série de rádio/TV (pelo menos 20 minutos de duração); matéria ou série multimídia ou publicação web; e opinião e análise.

Junto com o prêmio em dinheiro, os vencedores receberão uma viagem para Nova York em maio de 2016 e um certificado.

As inscrições vão até 30 de janeiro de 2016.

Para mais informações (em inglês), clique aqui.

Concurso internacional busca imagens do ano


PRAZO FINAL:

15/01/16

Fotojornalistas podem enviar seus trabalhos para um concurso.

O concurso Pictures of the Year International reconhece a excelência em fotojornalismo, multimídia e edição visual que engaja cidadãos em todo o mundo.

As categorias incluem freelancer, fotografia, multimídia, esportes, documentários, visão global, conscientização da comunidade e muito mais. Os vencedores das categorias principais receberão US$1.000.

As fotografias deve ter sido feitas ou publicadas pela primeira vez, ou em forma impressa ou online, entre 1° de janeiro e 31 de dezembro de 2015.

A taxa de inscrição custa US$50. As inscrições vão até 15 de janeiro de 2016.

Para mais informações (em inglês), clique aqui.